Bin Laden não morreu, isso é obvio. Talvez nunca tenha existido essa figura, digo, o ator sim, mas não a entidade Bin Laden. Afinal, as torres gêmeas foram implodidas e quem tem um pouquinho de curiosidade sobre as coisas da vida sabe bem disso:
1º O impacto de um avião não seria suficiente para provocar o colapso de uma torre como aquela.
2º Sabia que uma terceira torre caiu? Uma menor, a torre nº 7. Nenhum avião bateu nela. Nessa torre havia um setor cheio de documentos incriminatórios referentes a figurões de Wall Street.
3º Várias testemunhas viram o segundo avião e… bom… todas foram unânimes em uma coisa: O AVIÃO NÃO TINHA JANELAS. Será que foi uma alucinação coletiva?
4º As torres levaram aproximadamente oito segundos para tombarem. Se você jogasse uma bola do alto de uma delas, sabe quanto tempo essa bola levaria para cair? Oito segundos? Certo. As torres estavam em queda livre, e só uma implosão provocaria uma queda livre e simétrica.
5º Milhares de pessoas que estavam nas imediações ouviram dezenas de explosões enquanto as torres caíam.
6º E agora, o maís ridículo: procure as listas de mortos dos supostos aviões da AE que bateram nas torres. NADA!!! Não há lista de passageiros mortos nem de tripulação.
Eu poderia enumerar muitas outras coisas… teve o avião do pentágono – que foi um míssil, na verdade -, mas há centenas de fontes espalhadas por aí, fontes independentes, mas milhares de vezes mais confiáveis que a Rede Globo. Os atentados de 11/09/2001 foram a justificativa para os EUA entrarem de sola no Iraque e os Bushs finalmente controlarem suas papoulas no Afeganistão. Ora, mas não é suficiente. E o Irã? E todo o resto daquela região do Oriente Médio. Líbia e o escambau? 90% da energia elétrica de boa parte da Europa e provida por gás natural que vem de lá. E o petróleo entra em tudo, tudo que você imaginar, tudo que movimenta o mundo moderno. Há vários livros e matérias na internet sobre o assunto, é só pesquisar um pouco pra ver que se o petróleo acabar hoje, a civilização, como conhecemos, acaba. A gente volta par o séc. XVIII. E não tem mais volta, porque nada, absolutamente nada, na natureza (na biosfera terrestre, pelo menos) é capaz de substituir o petróleo na mesma proporção. Vai ser impossível fazer plástico, exceto em quantidades extremamente pequenas, por exemplo, através de cana de açúcar. E mesmo assim é um plástico ruim, fraco, biodegradável, que não entra na fabricação de coisas mais resistentes. A dependências que os grandes centros econômicos têm do petróleo chega a ser ridícula. E os caras morrem de medo disso. O petróleo é responsável pelo mundo de hoje. Tudo que existe em termos de conforto e tecnologia, desde os tratamentos dentários até uma simples caneta esferográfica, tudo isso está, de uma forma ou de outra, amarrado a um consumo exacerbado de energia, energia essa derivada, em enorme parte do petróleo, tanto no que se refere aos processos quanto aos materiais. Existe uma coisa bem interessante que vale a pena comentar: Sabe qual um dos países mais bem preparados para a escassez do petróleo? Cuba. Legal, né? Sem querer, os EUA estão transformando Cuba num gigante. Se o petróleo acabasse hoje, Cuba sofreria muito pouco, ou quase nada, pois eles descobriram formas de burlar a escassez, principalmente de energia. Em compensação, a Europa ocidental, os EUA e o Japão estão arrancado os cabelos. Bom, enfim, esses caras querem o petróleo (todo) do Oriente Médio, e farão qualquer coisa para consegui-lo. Até mesmo matar um cara que não existe, ou não matar o cara e dizer que mataram. O que é que se pode esperar? Bom, abrirei mais um parêntese: Sabe o Tsunami do Japão? Foi forjado, ou melhor, foi um desastre não natural. Aconteceu num dia 11/03… O número 11 para os cabalistas significa a negação de Deus e 3 é divisor de 9, e o nove também é importante paras esses viados. Você pode não acreditar nisso, mas esse merdas acreditam. Além disso, estudos independentes, feitos por gente séria, demonstram que um Tsunami natural é totalmente irregular. Ou seja, a água se espalha por várias direções, e certamente outros lugares o sentem. O normal seria o Havaí ter sido atingido, mesmo que de leve, e outras ilhas próximas. Mas tudo só aconteceu no Japão. Além disso, a radiação no mar está maior do que na terra, o que não tem lógica, exceto que tivessem explodido uma bomba atômica no mar, o que deve ter acontecido. A finalidade disso? A reconstrução do país gera muita grana. Guerras e “desastres naturais” geram muita receita e tem o fator sacrifícios humanos… Os deuses da elite global adoram sangue, são como os deuses da antiguidade, só que turbinados. Mas, nobre leitor, preste atenção: esses caras acreditam nessas porras. Você pode achar que esse troço de illuminati é viadagem e tal, mas existe, é coisa séria… Tem muita coisa na internet sobre isso, não espere passar no Fantástico ou no Globo Repórter, que não vai passar. Aproveite e pare de assistir TV e vá ler livros e pesquisar em sites sérios (sites sérios são independentes). Eu pensei que pararia no Japão. Mas aí veio a “morte” de Bin Ladem. E isso acrescenta mais uns mocotós à feijoada do Coisa Ruim. Significa que haverá alguma coisa, provavelmente na Europa ou nos EUA. Até antes da “morte” de Bin Ladem eu imaginava que os Illuminati iriam provocar um terremoto ou outro Tsunami nos EUA ou na Europa, isso agora em 11/09/2011 (veja: 11 x 2 – negação de Deus duas vezes – é um prato cheio pros caras). Mas eles foram bem mais espertos. Agora têm um ótimo álibi e poderão jogar, acredito, uma bomba atômica em si mesmos e culpar o Irã, possivelmente. A Rede Globo dirá que uma bomba atômica caiu, sei lá, em Londres, ou na Califórnia, e um grupo, talvez a Al Qaeda (que também não existe – é um banco de dados de computador da CIA) assumiu, com a ajuda de Armadinejad e Kadafi. Daí os caras (a coalisão EUA – Europa – Japão) destroem o mundo árabe, matam toda a população, tomam o petróleo e ainda fazem seus sacrifícios para seus deuses baitolas. Será em 11/09/2011. Espero que não aconteça nada… Do fundo do coração, espero que não aconteça nada. De qualquer forma, oremos a Jesus…
