Skip navigation

Monthly Archives: maio 2007

borat_800×600_01.jpg

A idéia de Borat é bastante simples: um filme que parodia um documentário. O suposto documentário é sobre um cara do Cazaquistão, que trabalha na TV de lá, e que vai às custas do governo para os E.U.A. a fim de aprender sobre a cultura deste país. A idéia é fazer o povo do Cazaquistão melhorar de vida, tendo como modelo o americano. Só isso aí já é uma grande piada, mas nem é a ponta do iceberg do tanto de risada que a gente acaba dando. Só pra início de conversa, Borat acaba se apaixonando por Pamela Anderson, depois de assistir um episósio de Baywatch no hotel, em sua primeira noite em Nova Iorque. Incialmente ele teria de ficar em Nova Iorque e acaba mudando todo o roteiro da viagem para ir para a California encontrar sua musa. O filme é todo repleto de partes engraçadas mas nenhuma se compara à sua luta no quarto de hotel com seu companheiro de viagem, Azamat, quando Borat o flagra tocando uma na intenção de Pamela. Acontece que Azamat estava usando uma revista que Borat tinha comprado na mão de uma “Cigana” (na verdade uma corôa suburbana que tava limpando o porão e fazendo uma daquelas feiras de garagem – esqueci o nome que se dá a essa porra) e aí os caras se engalfinham, quebram o quarto do hotel todo e ainda saem nus correndo por tudo quanto é canto… Mas isso é só uma das muitas piadas deste filme cujo maior mérito nem é tanto a comédia em si (que é umas das melhores coisas já feitas neste campo em décadas) quanto o é o lado da crítica pesada anti-americana. O filme fala principalmente do ufanismo e do preconceito feroz dos americanos e brinca com isso de maneira bastante ácida, sem ser, contudo, político demais. Inclusive Borat faz de tudo pra ser politicamente incorreto… Mas assistam o filme, senão eu saio contando tudo…

shakira_32-shaking-her-booty.jpg

A bunda de Shakira nem é tão espetacular quanto uma grande incógnita que vem tirando o meu sono e de muitos outros especialistas: como é que ela consegue fazer isso sem cair na vulgaridade… Vou perguntar pra ela. rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsr… Depois de escrever sobre a segunda era preciso fazer um lance assim, pra desanuviar… Vixe…

Hoje é uma segunda-feira estranha… Estou indo para a Capital. Não me sinto satisfeito com isso e com muitas outras coisas. Fico pensando no dia em que essa coisinha estranha no fundo do peito vai parar… Fico pensando em como ela vai parar… (reticências, reticências, reticências… Ah, se não fossem elas… a vida de muita gente hoje é reticente… ninguém sabe de mais nada, ninguém sabe o que vem a diante, o que vem depois… mistério demais enche e saco, assim como nada deve ser revelado totalmente, nada deve ser desnudado plenamente. Mas acontece que nossas vidas são desnudadas, todo mundo sabe o que é o povo, mas o povo não sabe nada, o povo vive na cegueira e na tristeza (sem que ele saiba que é triste, vive de falsa alegria em falsa alegria até se tornar velho e morrer, sem ter deixado sequer a menor marca, sem ter deixado a mais reles prova de seu existir)). Mas isso não é importante, como nada mais é importante. Nem o dinheiro mais importa, tampouco a vida. O que é a vida? Nada, absolutamente nada. Quem é dono de sua própria existência? Aposto que ninguém que lê este blog é livre… tampouco quem o escreve… A segunda-feira é um dia aziago, cinza, torto, ainda mais pela manhã… é o dia das fábricas, dos bancos, dos escritórios, dos laboratórios, das máquinas. A carne humana entra nas engrenagens para deixar os mecanismos azeitados, ao passo que a alma se oblitera… de maneira que há poucas almas hoje. E pra quê alma? Pra quê espírito e sentimento? Essas coisas doem demais para sustentar… Particularmente, neste ponto, sou uma espécie de masoquista… vou até o fim, esperando ver no que dá ser este ser… ser alguém com fé na alma, na personalidade, no espírito, com vontade de mudar e de mudança, com fé de um dia poder bater no peito dizer: “sou feliz”… fiquem tranquilos que haverei de lhes deixar informados do andamento das coisas. Daí, por experiência própria, tratarei de lhes informar se vale ou não à pena ser Ser Humano… (prestem atenção: não estou me gabando) só espero poder estar vivo pra fazê-lo. Um abraço a todos e boa segunda… rsrsrsrsrsrsrsrsrs

vtl_26.jpg

Holly Golightly é o nome da personagen de Audrey Hepburn em Breakfast at Tiffany’s ou Bonequinha de Luxo como ficou aqui conhecido o filme. Holly é uma garota interiorana, de passado bem curioso, que vai pra capital (Nova Iorque) a sai fazendo detono com a galera de lá. Ao meu ver, um dos maiores méritos desse filme (livro, conto, sei lá…) é mostrar como o homem (ser humano do sexo masculino) pode ser fraco e ridículo. Só poderia ser escrito ou por uma puta ou um viado (Truman Capote o era e o fez). Não pensem que sou preconceituoso, mas existem diferentes níveis de sensibilidade que somente pessoas com determinadas características podem alcançar. Se Truman fosse hétero, certamente ele tiraria boa parte do “poder bucetal” de Holly, que era uma garota de programa, e das boas. Isso seria falso, na verdade, e o romance não teria o alcance que teve, nem a pungência. Tenho que admitir que este foi o único filme que assisti de Audrey… mas… bom, na verdade foi suficiente pra ver que além de exuberante ela era talentosa pro cacete. Prefiro Shakira mil vezes na cama do que ela, mas acho que o papo com Audrey seria melhor… Será? Olhe, ouvi dizer que Shakira é espertinha, viu… segundo o Wikipedia … Shakira Isabel Mebarak Ripoll (Barranquilla, 2 de Fevereiro de 1977) é uma cantora e compositora colombiana vencedora de dois prêmios Grammy. Seu prenome em árabe significa graciosa. Fala fluentemente várias línguas, como inglês, árabe, português (com sotaque brasileiro), francês e espanhol, a sua língua materna. É também dançarina de dança do ventre, que aprendeu com a sua avó libanesa… Eu pagaria pau pras duas, pena que uma esteja morta e a outra… bom, a outra é foda!!!!

Esse não é o melhor vídeo dessa música (For All We Know ) mas dá pra sentir um gostinho bacana… e ela está especialmente linda. Ainda estava gordinha…

Ultimamente tenho ouvido bastante Carpenters… e é um lance bem chato pensar no que aconteceu a uma das maiores cantoras pop que o mundo já teve. Pra quem não sabe ela morreu de anorexia nervosa. Biógrafos da vida de Karen e especialistas comportamentais têm muito mais respaldo pra falar sobre os motivos que a levaram a cometer esse tipo de suicídio… mas é intrigante demais vê-la cantando com toda aquela elegância, jovialidade e destreza e ao mesmo tempo imagina-la vomitando o mais reles pedaço de xuxu. É curioso ver como as pessoas guardam lados negros, como todo mundo tem uma coisinha mais fedorenta, bem lá dentro… como Karen, como todos nós. De uns tempos pra cá não dá mais pra sentir decepção… Por exemplo, particularmente estou farto de ficar desiludido com uma sacanagem feita por alguém que eu considerava amiga, e tal… é claro que não se pode deixar barato, mas sentir tristeza por isso é besteira nos dias de hoje. Antes ficar retado com o bago de jaca que escorregou da mão. Quando comecei a ouvir Carpenters ainda não tinha o menor conhecimento a respeito de Karen. Quando me inteirei do que houve com ela, pensei somente: é isso aí, ela viveu pra caramba, curtiu. Não viajei em mais nada, nem me senti traido ou indignado… só fiquei, como disse, intrigado. Fala-se que o fim da picada para ela foi querer engordar cinco quilos em dois ou três dias, o coração não aguentou o tranco metabólico e ela viajou no dia 04/02/83, portanto há 24 anos. Ela tinha 32 anos.

Esse vídeo é um dos meu prediletos. É da música Only Yesterday.

2373-main1.jpg

Neste exato instante escuto o Systematic Chaos… Não há muito o que falar. É só escutar, escutar, escutar…

790_webdelpy_julie.jpg

eu amo Julie Delpy. Não tem jeito. Não tem jeito. Há uns dez anos assisti Antes do Amanhecer e nunca mais fui o mesmo. Eu sei que atriz é tudo puta e tal, mas… bom… toda mulher, no fundo, no fundo é puta mesmo, né. É a vida, e a vida é dura. Recentemente assisti (comprei) Antes do Pôr-do-Sol e fiquei maravilhado. Sorte de Ethan Hawke que pôde contracenar com uma deusa. Beijos, beijos, beijos, Julie… quem sabe não nos encontremos numa outra vida…

sadnesskk.jpg

“Todas as crenças, hábitos, gostos, emoções e atitudes mentais que caracterizam a nossa época são realmente destinados a sustentar a mística do Partido e impedir que se perceba a verdadeira natureza da sociedade atual. A rebelião física não é possível no momento, nem qualquer preliminar de rebelião. Dos proletários nada há a temer. Entregues a si mesmos, continuarão, de geração em geração e de século em século, trabalhando, procriando e morrendo, não apenas sem qualquer impulso de rebeldia, como sem capacidade de descobrir que o mundo poderia ser diferente do que é. Só poderiam ficar mais perigosos se o progresso da técnica industrial tornasse necessário educá-los mais; porém, como a rivalidade militar e comercial não tem mais importância, declina o nível de educação popular. As opiniões das massas, ou a ausência dessas opiniões, são alvo da máxima indiferença. Não é possível dar-lhes liberdade intelectual porque não possuem intelecto. Num membro do Partido, por outro lado, não se pode tolerar nem o menor desvio de opinião a respeito do assunto menos importante.”

Nossa, que trecho! Pra mim é um dos melhores do livro 1984 de George Orwell. Quem puder (hoje em dia quem é que pode ler?) leia esta obra fenomenal. Faço, no momento, minha terceira leitura deste petardo contra o homem, o pior ser da Natureza.

barbarella2.jpg

Eu não sou tão velho que tenha vibrado com o lançamento deste filme em 1968. Mas vibrei ao vê-lo recentemente. Lembrei de Spectroman e Robô Gigante (esses dois e mais alguns outros merecerão posts exclusivos). O filme é horrível e a história medonha, o que é sensacional se levarmos em conta que foi feito, se não para ser uma comédia, ao menos para ser levado um pouquinho à sério. Mas tirando toda aquela tinta, o celofane e o isopor, restará a sensualidade de Jane Fonda. Obviamente eu não poderia deixar de lado a oportudidade de fazer um dos trocadilhos mais idiotas do universo e dizer: A Jane é Fonda!!!! rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrs… Foi mal, mas eu precisava disso. O show de sensualidade que ela dá é raro no cinema. Tem mais a ver com o jeito como ela fala, anda, rebola… Ela fica nua em algumas partes, mas isso é nada. É quando ela está vestida, a se expressar verbalmente, andando, gesticulando que o bicho pega. E as caras e bocas! Nossa, que delícia! Só vi algo semelhante em Bonequinha de Luxo com Audrey Hepburn (que merecerá também um post). Mas atenção, o filme é chato pra caramba. O gostoso mesmo é fixar a atenção em Jane e deixar rolar a Fonda… rsrsrsrsrsrsrsrsrssr… Eu sei, eu sei que fui cafajeste agora, mas quem não é, quando se trata de mulher bonita? Ainda mais segurando um troço daquele!