Skip navigation

507px-coat_of_arms_of_mecklenburg-western_pomerania_greatsvg.png

Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental, ou Graciosa Terra dos Cornos, em Alemão, é um dos dezesseis estados federados da Alemanha. Com 24.000.000m² de extensão territorial e 24.000.000 de habitantes é um país alegre e de clima ameno, que se destaca pela produção de pó de chifre de alta densidade, perdendo apenas para o campeão mundial, a Cornoália, região do Leste Europeu. O brasão da Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental deixa bem claro a vocação do seu belo povo. Os dois bois-da-cara-preta blasé simbolizam a expressão dos homens quando chegam em casa após um duro dia de trabalho: olhos estúpidos ante a dureza do existir e de um mercado cada vez mais competitivo (que o obriga a ficar horas e horas no serviço dando serão), a língua para fora em sinal de cansaço (embora alguns estudiosos considerem que o gesto é lascivo), uma coroa representando a imagem do corajoso chefe da família e o belo par de chifres em homenagem à condição de todos os homens do lugar (e quiça do mundo). A cor preta – uma vez que se trata de um povo da cor branca – significa a raiva contida do homem civilizado, ou do “corno manso” segundo o historiador indú Zedha Tapioccha. O fundo amarelo é justamente o contraponto a esse estado alterado e brutal do espírito: o medo de brigar com a esposa adultera e a cor das fezes liquefeitas do homem que se embriaga da mais pura vodca para esquecer a traição. Os dois grifos vermelhos mostram a mulher em suas duas principais condições: de frente e de lado, seja lá o que isso venha a significar. Até hoje ninguém conseguiu explicar o que é aquele troço amarelo pendurado nas asas do grifo que fica na parte de baixo do brasão. Eu mesmo não sei que diabo é aquilo. O célebre historiador árabe, Haddor de Kaggar, em uma de suas brilhantes palestras, em consideração aos troços amarelos, disse com essas mesmas e sábias palavras, “sei não”, arrancando aplausos entusiasmados da plateia de mais de oitenta mil pessoas que lotavam o ginásio balbininho aguardando o show de acrobacias aéreas dos marionetes da Companhia de Bonecos da República Tcheca, quando de sua primeira e única apresentação em terras tupiniquins no ano de 1919. A cor vermelha dos grifos (embora todos os grifos sejam vermelhos mesmo) mostra o ódio da mulher toda vez que ela pede dinheiro ao marido para comprar comida e ele diz, travado de vodca, caído no sofá com a televisão ligada: “eus minhos dfoi sfgfigu sldiofgis sldl dofi os fdafa do ogs…” Sua disposição agressiva, com as unhas crispadas e o bico aberto em sinal de ataque, só reforçam isso.

 

Anúncios

2 Comments

  1. I – “Armazém de Luzes. Um lugar para ler e brincar.”

    HAHAHAHAHAHAHA!

    II – Quanto ao post, HAHAHAHAHAHAHA!
    Viuxe, e o que são os homens de lá? Bois ou touros?
    E o pescoço do boi-blasé casa direitinho com o espírito alcoólico da coisa: mais parece uma tampinha de garrafa! :B

  2. Com relação à sua pergunta, cara Lívia, os homens de Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental não são nem bois nem touros, mas sim híbridos, no sentido psíquico, de bovinos ricamente chifrudos com seres humanos de qualidade duvidosa.


Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: