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Monthly Archives: agosto 2008

Fuçando a Net… Bom, encontrei uma tal de uma Bíblia Satânica. Vejam o que dizem As Nove Declarações Satânicas:

1. Satan representa indulgencia, em vez de abstinência!

2. Satan representa existência vital, em vez de espirituais castelos de ilusões!

3. Satan representa sabedoria pura, em vez de hipócrita auto-ilusão!

4. Satan representa bondade para aqueles que a merecem, em vez de amor desperdiçado aos ingratos!

5. Satan representa vingança, em vez de virar a outra face!

6. Satan representa responsabilidade para o responsável, em vez de relacionamentos com vampiros psíquicos!

7. Satan representa o homem simplesmente como um outro animal, às vezes melhor, mais freqüentemente pior do que aqueles que caminham de quatro, porque em seu “espírito divino e desenvolvimento intelectual”, se tornou o animal mais cruel de todos!

8. Satan representa todos os assim chamados pecados, pois eles levam a uma gratificação física, mental e emocional!

9. Satan tem sido o melhor amigo que a igreja já teve, pois ele sustentou seus negócios durante todos esses anos!

KKKKKKKKKK… Adorei essa parada, é tosca, mas é massa. A burrice refinada é algo muito interessante, de fato. É nisso que reside uma das grandes fontes do humor.

Ultimamente tenho sido acometido de pesadelos que me fazem gritar durante a noite. Não lembro dos sonhos, mas uma moça ruiva… bom, onde estará ela? Ela diz que grito pavorosamente… Ontem, pouco depois de despertar, ouvi algo, uma voz, aparentemente humana, mas não entendi o que ela disse. Aquela voz pareceu sair de algum lugar perto do meu ouvido direito. Estava acordado, plenamente desperto, mas não senti medo, apenas uma leve ponta de surpresa. Tenho dois amigos que enlouqueceram… muito, mas muito facilmente; da noite para o dia. Estão completamente alienados, mas me reconhecem, sim, me reconhecem, e isto é perturbador. Ser visto e reconhecido pelos olhos de um demente. Diante de suas feições tornadas insanas, de seus dentes podres, de sua pele imunda e fétida, estremeço. Mas este tremor vem de um medo não tão profundo, mas pungente: o medo de terminar como eles. Minha casa fica isolada de tudo, e isto tem me dado certo conforto. Dou graças por poder estar aqui neste outeiro, quase completamente só. E a ruiva?… ela “dorme” num anexo – o que não a impede de ouvir meus gritos. Mas o isolamento também agride. Penso em meus amigos e os vejo completamente sós, em sua doença. Mas até que ponto estão completamente sós? Se os vejo falar, falar e falar, enquanto andam sem rumo, quase sempre à noite. Até que ponto sofrem? Até que ponto podem ainda ser considerados pessoas? Esta casa fica fora do perímetro urbano, como disse, num monte, num amplo terreno cercado de árvores de diversos tipos. Já sonhei com esta casa, sim, sonhei algumas vezes, muito antes de vê-la, muito antes de vir pra cá. Quando entrei aqui, pela primeira vez, senti uma grande familiaridade. Mas isso só fez aumentar meu estado de desarranjo espiritual. Sinto que posso enlouquecer, verdadeiramente… Há duas semanas, durante a madrugada, ouvi sons de cascos no corredor que liga meu quarto à sala, onde uma das lâmpadas do lustre estava ligada. Desde de pequeno aprendi a dormir assim, com a porta do quarto entreaberta e uma luz fraca ligada fora do quarto. Foram sons de cascos que ouvi. Cascos de animal pisando no azulejo do corredor. Eu jazia completamente enrolado na coberta de lã, em decúbito dorsal. Meus olhos estavam abertos, duros, mirando o teto. Eu apertava o pano próximo ao pescoço e sentia todos os músculos de meu peito travados. Os cascos subitamente pararam e escutei o ranger da porta que se abria lentamente. Uma luz mortiça, amarelada, inundou todo o quarto e os sons de cascos voltaram… aproximando-se de minha cama. Lágrimas desceram de meus olhos e meus dentes travaram quase a ponto de quebrarem-se. E não era o som de minha respiração que eu ouvia, e sim da coisa postada então logo ao lado de minha cama. Ela respirava ruidosa e lentamente. Os pelos de minha nuca se eriçaram, mas virei o rosto. Não sei como encontrei coragem para fazê-lo, só sei que ao me virar dei de cara com a moça ruiva. “Senhor R***, Senhor R***, acorde, o senhor está tendo um pesadelo”, dizia ela… Hoje procurei-a por toda a propriedade e não a achei. E pela primeira vez, desde que me mudei para cá, tomei a liberdade de abrir a porta do seu quarto, no anexo, e pasmei ante tamanha bagunça e sujeira. Não havia sequer uma cama, nem um armário, nem nada… Só ferramentas velhas, trapos sujos e pedaços de madeira informes! Quantas vezes a vi sair e entrar dali? Dezenas e dezenas de vezes. Mas por que tenho a estranha sensação de que fui enganado brutalmente pela minha mente? Onde estará ela, agora? Quem será ela? Neste exato momento, percebo meu peito apertar. Olho para o criado mudo, aqui ao meu lado. Há ali um revolver… e, a ambivalência do terror e da paz inundam minha alma – certamente, já plenamente enlouquecida – ante a possibilidade de deixar esta existência instável e ingrata. Grito pelo nome da ruiva… grito mais uma vez, três, quatro vezes… nada… Seria eu capaz de dar um braço para vê-la entrar por esta porta! Mas seu quarto! Nossa! Aquilo não é, nunca foi um quarto! E grito mais uma vez, e outra e mais outra…

Não sou do tipo que morre de amores por histórias de vampiros, mas resolvi escrever uma.

Norman olhou o revolver sobre o criado mudo e sentiu uma onda de arrepio atravessando-lhe as costas. O tiro tinha sido perfeito. Ninguém vira, ninguém ouvira, tinha certeza. O estampido de um trinta e oito não era, decididamente, como um galho se partindo, mas algo lhe protegera naquela missão. Aquilo tinha de ser feito e foi feito. Seu coração parecia estar “mole”, então, após ter batido descompassado e frenético nas últimas horas. Agora, ali sentado à janela, tudo parecia como um sonho, nem bom, nem ruim. Sua avaliação de si mesmo? “Sou um herói”. Há duas semanas encostara o cano daquele mesmo revolver no próprio palato e algo sussurrara em seu ouvido para não puxar o gatilho. Suou frio e tremeu. O cão não estava puxado, para sua sorte, pois lançara a arma longe, e ela tombou, com um baque surdo, perto da parede fronteira. Logo ao lado, na cama, viu a caixa com anti-depressivos. Havia ali ainda quatro comprimidos. Sábado abriria a outra caixa. Todo mês era assim, uma porra de um remédio que levava quinze por cento do salário. Sentia-se viciado. Precisava daquilo se não quisesse se parecer com um verme. Pessoas importantes como o Vampiro o tinham como um verme. Zelda do almoxarifado vinha dormindo com ele, todo mundo sabia. O Vampiro, um capetinha do Inferno, um “diabretezinho menor” bem ordinário, mas que sabia hipnotizar os trouxas, costumeiramente levava os babacas na língua, menos Norman, que conhecia sua condição plenamente – percebera sua cútis branca e seus caninos agudos logo de início, sua aversão a locais abertos de dia. Mas nada se comparava aos seu olhos quase completamente negros. Não era a primeira vez que o Vampiro se deparava com alguém como Norman, mas, tradicionalmente vencia pessoas assim – e seu erro foi acostumar-se a subestimar qualquer um. “Os vermes foram feitos para serem esmagados”, diziam seus olhos quando cruzavam com os dele. Um sorriso sarcástico era como a cereja no topo do monte de creme branco e enjoativo. Norman jamais se pegara tão ameaçado. Foi preciso pensar, pensar muito. A solução veio. Mas não foi fácil, como quase tudo na vida. Estudou os hábitos do Vampiro, a hora e como saía e entrava de casa. Teve que aprender também a manusear a arma. Havia apenas uma bala de prata, pura, encomendada na mão de alguém de confiança. “Atire na testa, bem no meio”, disse o homem. “Aproxime-se o máximo que puder e dispare na testa”. “Balas de prata não são para lobisomens?”, disse Norman em sua ignorância. “Vampiros e lobisomens são os mesmos tipos de filhos da puta”, disse o homem. “Quanto lhe devo pela bala?”. “O único pagamento para um artefato como este, é usá-lo com presteza”. Norman saiu na noite fria, ao encontro do seu destino. Parou atrás de uma árvore a uns cem metros da casa onde seu alvo residia. Ficou ali, imerso na penumbra, desviando das luzes esporádicas dos carros, como um vagabundo qualquer, esperando o diabrete chegar da farra. Finalmente, por volta das três da manhã, a caça chegou. Estava só, ao volante. Norman correu até o carro e bateu no vidro. O Vampiro vacilou por um instante, mas conheceu o “vermezinho” que seria esmagado em breve, e com seu costumeiro sorriso sarcástico desceu o vidro. Ia falar algo, mas a bala de prata irrompeu através do curto cano de ferro indo de encontro à sua pálida testa. A cabeça deu um tranco violento para trás junto com pedaços de ossos, pele, músculos e tufos de fios de cabelo. O tiro não podia ter sido mais preciso e poderoso. Norman correu pela madrugada. Sabia que não houvera testemunhas. Estava certo disso quando entrou no cubículo em que morava, o coração a querer sair-lhe pela boca. Chegou a ficar tonto. Pôs a arma sobre o criado mudo e sentou-se à janela, arfante, esgotado, mas sem o menor vestígio de sono. Seu coração foi amainando aos poucos, mas o sono não chegou nem chegaria. Veria, de sua janela, o dia nascer, e assim haveria de encarar o dia e os repetidos comentários: “Mataram o chefe”.

Estou lendo o grande John Steinbeck. Li o fenomenal A Leste do Éden e leio agora As Vinhas da Ira. O cara é americano, mas seu espírito é socialista – algo bastante curioso. É bom ver um cara de lá, ganhador do Nobel, falando do esquema que rola por lá e metendo o pau. Sua literatura é extremamente acessível, sem muitos floreiros. Steinbeck escreve com precisão e justeza. Tudo é muito sóbrio e sem excessos. É, sem sombra de dúvidas, alguém que deve ser pesquisado por quem pensa e gosta de escrever.

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Não estou assistindo as olimpíadas da China. Odeio a China. Odeio quem desrespeita os direitos humanos. Mas penso um pouco sobre isso… Não há como. Fico pensando nos brasileiros que lá estão. O que vale mais? Um brasileiro que ganha um ouro ou um americano que ganha sete ouros? O cara sai daqui sem nada, sem apoio nenhum, vai lá, se bate com gente que se alimenta do esporte e ganha. Isso, de fato, é idealismo. A vitória de um idealista vale pela de mil existencialistas. Odeio os existencialistas, os chineses são existencialistas… ou melhor, “estão”.

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As eleições para prefeito e vereador estão chegando. Grande porcaria. É só carro de som pra cima e pra baixo e um rebanho de filho da puta querendo ganhar no mole. Eu gostaria muito de ganhar no mole, mas minha consciência ia pesar se fosse às custas do suor dos outros. É engraçado como ninguém fala mais sobre educação. Antes, a quinze, vinte anos atrás parecia haver uma certa preocupação a respeito – certamente, por influência dos mais velhos. Hoje, é só consumismo e putaria. É incrível como o brasileiro dissocia a geração de riqueza do conhecimento. Gerar riqueza, para nós, é quebrar pedra, e suar, é arrastar troncos de madeira, é dormir tarde e acordar cedo, é morrer cedo, é dar a bunda e chupar pau, é cortar a mão, é sangrar… Nada disso, gerar riqueza é ser estratégico como os ingleses, que não nos querem (nós tupiniquins) mais lá de jeito nenhum – e com razão. Se eu fosse inglês não ia querer ter um vizinho brasileiro – vide o carinha de Goiás que matou a guria inglesa. Para se ser estratégico é preciso ter conhecimento e isso eles tem. Esse conhecimento vem de uma cultura fundamentada numa ampla visão futurista e não exploratória (ao menos, não tão exploratória quanto a de Portugal). Eles também são filhos da puta, afinal são seres humanos, mas são menos filhos da puta que nós, certamente. Que isso nos sirva de lição, afinal estamos sendo execrados. O mundo está se rebelando contra nós. Atualmente, a coisa que mais chateia a galera de fora é nossa indiferença com a Amazônia. E Lula fica de cara amarrada, querendo brincar de roda no Mercosul. Toda vez que vem uma bordoada do primeiro mundo, Lula fala no Mercosul. Grande porcaria. Grande monte de lixo. A gente não sabe nada e quem manda é quem detém o conhecimento. Não há esperança sem uma revolução urgente urgentíssima no sistema educacional. Daí, quem sabe daqui a uns quarenta anos – se o mundo ainda existir – a gente possa sonhar com o primeiro mundo.

Quem é baiano sabe a mania que a gente tem de trocar Jorge Amado por Dorival Caymmi e vice-versa. No post logo abaixo fiz isso de uma forma bem descarada, mas o erro já foi corrigido. Abraços e perdão aos amigos blogueiros.

Dorival Caymmi morreu. Eis aí um baiano exemplar. Soube aproveitar o tempo que a Natureza lhe reservou. Era taxado de preguiçoso. Mas quem eram os detratores do grande Dorival, possivelmente o último dos grandes baianos? Os detratores de Dorival eram as grandes corporações, principalmente. O efeito de sua morte provoca o contrário perfeito da morte de ACM. Quem chorou a morte do malvadeza, comemora a de Dorival Caymmi e vice-versa. É difícil aproveitar o próprio tempo. Quem hoje pode deitar numa rede e cantar o tempo, e viver bem e com dignidade? Quem pode hoje em dia se sentar na beira da praia e sorver a beleza de um dia de sol a ouvir o barulho das ondas? Muito pouca gente, certamente. E quem pode fazer isso sem sentir culpa? Dorival Caymmi era consciente de que a vida era curta e que a verdadeira beleza na Natureza deveria ser sorvida com a própria vida. A “beleza”, é bom que se entenda. O discurso de Dorival vai contra o mundo atual, chega a ir contra a própria natureza do ser humano.  Dorival nunca explorou ninguém, mas deixava que explorassem sua música, em troca do dinheiro que ele soube aproveitar como poucos. Dorival Caymmi não descansa, agora, ele simplesmente mudou de endereço. Foi rever alguns amigos e esperar outros, num lugar, certamente, muito melhor que esse aqui.

Depressão é uma doença do caralho. Fode sua vida, fode tudo, destrói tudo. Acho que preciso me medicar, senão vou acabar me matando. Essas doenças da alma são apavorantes. E ninguém, a não ser que sofra igual a você, lhe entende. Daí, a solidão aumenta, ainda que se esteja cercado de pessoas.

O mês de agosto se arrasta, pérfido como uma cobra. Vem deslisando, coleando insidiosamente dia após dia. Tomara chegar logo setembro. Inventei que vou pesquisar o romance gótico. O sobrenatural sempre me instigou. Tenho um gosto especial pelos vampiros. A morte me atrai. É claro que a respeito e a temo. Tomei umas quedas de moto e o que prevaleceu foi o instinto pela sobrevivência. Hoje penso até em vender a moto. Mas neste caso o medo maior não é da morte em si, e sim de ficar em cima de uma cama. Isso é pior que a morte, acredito. Mas como dizia, o romance gótico poderá ser objeto de pesquisa, de minha parte. Todos aqueles elementos sobrenaturais, toda aquela fantasia ajuda a aliviar o peso da realidade. A realidade nos toma para si, e nos leva como se estivéssemos numa montanha russa. Ou ficamos e aceitamos o trajeto ou nos jogamos para o desconhecido. Todas as duas opções envolvem algum tipo de agonia. Ninguém pense que o existencialismo não cobra lá suas taxas. Então surge a necessidade da fuga. A fantasia literária é uma boa. Vamos tentar. É preciso tentar. Ou não é?

Disseram-me uma vez que o nome deste blog deveria ser “Armazém de Trevas”… Bom, a verdade é que ninguém é obrigado a lê-lo. E na verdade, na verdade, acho que somente pouquíssimas pessoas deveriam lê-lo. Nem todo mundo está preparado para o que aqui escrevo. São coisas fortes, brutais, até mesmo terríveis. Odeio o mundo, odeio essa existência ridícula, onde tenho que cagar todas as manhãs, onde tenho que me submeter a gente mais estúpida do que eu, onde sou obrigado a envelhecer e ver minha carne tornar-se flácida e sem vida, onde tenho que ralar o bucho num empreguinho de merda e coisas assim. Daí, fico falando um monte de lances que não vão fazer bem a ninguém. Pra quê viver? No Japão o suicídio é uma questão de honra. Lá, o pessoal se mata brincando. Meu problema é não ter coragem. Conheci uma menina por aqui pelo Armazém… Começou quente o negócio, depois acabamos brigando. Ela era suicida e se identificou com as coisas que escrevo. Achou o blog durante uma pesquisa sobre o melhor método para se matar. Tem bem uns cinco meses que não nos falamos… Fico pensando: será que ela se matou? Se sim, espero que tenha sido rápido e indolor. Ela está num lugar melhor agora, certamente. Do jeito que vivia aqui, não valia a pena. Quando tomarei coragem? Não sei. Sou bastante covarde. Tenho medo da transição, da passagem, de doer, essas coisas. Se quero deixar de viver, é pensando em lagar essa porra pra quem é de direito. “Dai a César o que é de César”. Essa vida foi um erro para a minha alma e para a de algumas pessoas e é preciso corrigir isso… O que há do outro lado? Não sei. É mais ou menos como o pessoal retirante, só que não tem volta, eu acho… Haverá algum luto quando eu partir, mas é preciso que se compreenda que é melhor assim. Fico pensando naqueles pais que vêem suas filhas trabalhando em filmes pornôs. Para alguns deles é como se elas estivessem mortas em vida. Seria mais ou menos a mesma coisa.

Todos essas paradas sobre esperança e tal, tudo isso é muito difícil de manter. Pode ser que amanhã ou depois eu venha aqui e mude tudo, diga tudo diferente. Acho perfeitamente possível, pois é natural essa corrente que nos prende a esse lixo de existência. Sempre tem algo nos prendendo, nos segurando aqui e qualquer besteira nos dá alegria, como que para amenizar a tristeza mórbida. Quem não quer ter alegria? Quem não quer ter paz? Enquanto estiver por aqui, tentarei cumprir minha missão, andar, cagar por aí, mijar, trepar, essas coisas que a maioria das pessoas faz… mas quando tudo encher o saco, espero ter a coragem de abandonar o barco.

O suicídio é um direito e não vão demorar a surgir as primeiras “clínicas de suicídio”. É só questão de tempo. A pessoa paga uma taxa e recebe uma injeção letal. Ouvi dizer que já rola isso em alguns daqueles países brabos do Leste Europeu, na Coreia e na China. Deve ser lenda urbana, mas não duvido que possa vir a ser possível, algum dia.

Bom agosto a todos.