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Virou febre agora, essa porra desse LHC – Large Hadron Collider ou Grande Colisor Hádrons… O povo tá falando um monte de coisa sobre esse troço, mas pra mim, só dois pontos vêm à cabeça: 1º) Qual o verdadeiro uso dessa bosta? 2º) Quanto custa essa bosta? Por quê penso assim? Simples. A gente sabe que a indústria mais próspera, hoje em dia, é a de armas, se não, está entre as três ou quatro mais. Quem é que tem bala na agulha pra financiar um projeto desse? Fico pensando em Einstein e sua bomba atômica, sabe. Tenho medo. Não tenho medo do LHC, tenho medo das pessoas. O LHC é bom, como é bom o computador, a Internet, a TV digital, a fibra ótica, a ressonância magnética, a engenharia mecatrônica, os celulares, etc… Mas tenho medo das pessoas, do uso que os poderosos costumam fazer da tecnologia. Há muitos anos atrás o tecnologia era um oásis de esperança no coração dos homens. Muito se falava, muito se especulava. Dizia-se que ter-se-ia mais tempo para dedicar ao ócio produtivo, que os homens haveriam de trabalhar menos, ganhar mais e ter mais tempo para si e sua alma… Mas nada mudou. O tempo que sobrou com a tecnologia serve para que se trabalhe mais, para que se execute o trabalho de três, quatro, cinco, seis pessoas… Muito do que se consome hoje, em termos de evolução científica, seja na área de entretenimento, seja na área médica, seja na área automobilística, dentre outras, é fruto de conquistas conseguidas, primeiramente, no âmbito militar. O mundo deu uma estagnada geral. Não há mais grandes novidades, hoje. Dizem que já se pode teletransportar elétrons, e há pesquisas sérias na área da viagem no tempo. O LHC seria uma ferramenta estupenda para essas pesquisas, juntamente com os novos computadores quânticos que estão sendo elaborados. Sou um verdadeiro jumento nesses assuntos, mas acho que teletransporte mesmo, como a gente vê em Star Trek, só daqui a mais trezentos anos (e olhe lá) e viagem no tempo piorou… Posso estar enganado, é claro. Mas isso seria bacana. Viagem no tempo, teletransporte, medicina, isso é legal. Entretanto, e para agora? O que os novos avanços nos reservam de imediato? É aí que a porca torce o rabo. Um dia a lei da relatividade entrou em cena, no outro já existia uma bomba atômica. Quem podia imaginar num troço como a bomba atômica? E as armas não precisam ser mais desse tipo não, que destroem tudo e tal. Elas podem ser mais sutis, como ondas de determinadas partículas que entram nas mentes das pessoas, reprogramando seus cérebros para a Nova Escravidão. Eu sei que isso soa como a ficção mais barata que existe, mas quem tem colhão pra dizer que isso não pode acontecer (se é que já não acontece). As armas são instrumentos de dominação, e a mídia, por exemplo, é uma arma – vide Hollywood. O que é que o ser humano quer? As guerras existem desde que o homem é homem… Ora, o que o ser humano quer é dominar o mais fraco, e sugar dele. Quem não tem conhecimento que segure bem seguras as suas calças. De outra forma o fumo entra. E entra mesmo, junto com LHC e tudo.

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