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Monthly Archives: agosto 2009

Grande pederasta FDP

Gary, pederasta intuitivo e sodomita.

Gary Spivey é o quê? Um ladrão, mistura de Walter Mercado com Edir Macedo? Um retardado que deu certo? Mais um excremento da cultura norte americana nutrida pela imbecilidade reinante na classe média de lá? Muitas perguntas podem ser feitas, e, se eu fosse sociólogo, psicólogo ou psiquiatra poderia responder a algumas delas de modo embasado, mas, como não sou nada disso, tentarei emitir uma opinião fundamentada em pesquisas na internet. Gary Spivey é o nome artístico de José Francisco de Almeida. Filho de pais desconhecidos, nasceu na cidade de Sapeaçu – Bahia, distante cento e cinqüenta quilômetros de Salvador. Nessa pequena localidade foi iniciado na ciência da Pederastia Intuitiva. Na verdade, foi uma auto-introdução, uma vez que não havia quem lhe introduzisse (na ciência, pois noutras coisas havia de sobejo). Assim, pouco depois da adolescência, frustrado com a mentalidade colonial de seus conterrâneos, mudou-se para a capital baiana, onde conheceu o falecido estilista Di Paula. Di Paula foi mais introduzido por Gary que o inverso, mas este aceitou de muito bom grado determinadas sugestões (todas introdutórias) no campo da alta-costura. Di, como era amplamente conhecido pelos íntimos, sugeriu a Gary usar branco, em cortes que lembravam o astro do rock’n roll, Elvis Presley, por conta de sua forte semelhança física. Mas faltava algo… A beleza, considerada estonteante de Spivey, poderia ser insuportável para a crescente população gay da década de setenta e temia-se que houvesse, decorrente disso, muitos suicídios. Assim, Di Paula optou por “enfeiar” Gary, aplicando-lhe uma peruca de lã branca ou “bosta de anjo”, como apelidou a criação. Em realidade, o efeito do “enfeiamento” surtiu efeito inverso ao previsto, mas nenhum gay se matou, para grande tristeza de Di e Gary, que, em protesto pela postura desunida de seus congêneres, se atiraram do alto de enormes pés de quiabo, num movimento em praça pública que contou com mais de quinze pessoas. Nessa mesmo noite, participaram de um ato ecumênico com o Padre Pinto, que, na ocasião, ainda era um embrião.

O tempo passou, e Gary se enfadou da Bahia, tendo brigado inúmeras vezes com Caetano Veloso e João Gilberto pelo título de gay mor da capital baiana. Também travou séria batalha com Antônio Carlos Magalhães pelo posto de cabeça branca, o qual jamais obteve, tendo declarado amiúde na imprensa marrom: “um careca pode ser chamado de cabeça branca?”. Em vista disso e de muitas outras coisas, transferiu-se para os EUA, mais precisamente Las Vegas, onde se sentiu bem à vontade. Lá, deu novos ares ao crescente ramo da Pederastia Intuitiva, tendo sido bastante enrabado em seções de previsão anal. Fez muitos amigos e amealhou grandes somas em dinheiro, suficientes para comprar um Ford 85 e uma casa no subúrbio, que dividia com um vibrador. Hoje, Gary é o mais desconhecido e imbecil vidente dos Estados Unidos e nega até o fim sua raiz sapeassuína, para grande zanga de seus conterrâneos.

Fuçava eu a internet à procura de alguns vídeos de Marisa Monte, quando se me deparo com esta jóia rara: MM fazendo dupla com Julieta Venegas, uma cantora e compositora que nasceu em Long Beach, mas se criou em Tijuana, México. Elas cantam a música Ilusion. A letra é em português e espanhol e é muito bonita, assim como a melodia. Nem tudo está perdido, afinal…


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Eu vou falar o quê, pelo amor de Jesus Cristo?

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Eu tenho uma mania da porra: gostar de mulher. Atualmente é foda ficar soltando isso por aí. Se o cara disser que é gay, ou a mulher sapata, todo mundo olha sério fazendo cara de conteúdo e tal, chamam a pessoa de corajosa, forte, essas merdas todas. Se o cara disser que gosta de mulher é vagabundo, cachorro, depravado; se a mulher disser que gosta de homem, é puta, cachorra… Ora bolas! Meu último post foi há mais de seis meses e sabe por quê? Porque eu não estava mais me suportando, estava chato pro cacete, e era só bagaceira o tempo todo. Mas daí, me aparece Kim Petras. Fuçando a Net em busca de algumas definições de gênero para um novo livro, descobri esse ser humano. Cacete! Todo mundo olha pra ela (e) e acha massa! Essa garotinha virou uma sensação lá fora… simplesmente por ser a pessoa mais jovem do mundo a fazer uma operação de mudança de sexo, e claro, é branquinha (o), bonitinha (o)… Mais uma vez, vou ser piolho, não dá, eu tento segurar a onda, mas é difícil. O problema não é Kim Petras, que se chamava Tim e TINha pinto. Tem umas entrevistas dele (a) no Youtube e ela (e) fala que desde os três anos de idade se sentia menina, e isso não tem jeito. É a cachola véa do ser humano que é louca mesmo. O problema mora na barulheira, na voracidade, na estupidez da mídia. Já pensou se a moda pega? Tem mãe e pai despreparado, destrambelhado, que pode considerar bacana esse troço. De repente, o cara tem um filho pequeno, de dois ou três anos, e ele tem algo diferente, não falo só em termos sexo-comportamentais, pode ser outra coisa. Vai lá que o guri gosta de furar olho de lagartixa. Poxa, ele, enquanto pivete, não alcança o tamanho de sua crueldade, daí, cabe aos pais chegarem junto coibindo isso. Não que compare Kim Petras a um serial killer ou coisa parecida, e também, sejamos francos, o caso dela (e), realmente foi bem grave, não tinha jeito, era cortar a pica ou morrer. Mas, se, por exemplo, você tem um filho pequeno e ele gosta de usar saia e pintar o rosto, creio não ser nada demais bater um papo e ir tentando, na boa, sem agressividade, limar essa parada. Alguém pode dizer: “esse otário não falou que o povo adora gays e lésbicas, hoje em dia?”. Sim, eu disse, mas o povo adora Coca-cola, Chitãozinho e Xororó, Bruno e Marrone, Belo Traficante, Gugu Liberato, Sílvio Santos, novela das oito, baile funk, Fausto Silva, Rede Globo, Igreja Universal, e por aí vai. Tudo isso é de uma aceitação tão grande quanto hoje em dia são aceitos os gays e lésbicas e nem por isso são coisas boas, muito pelo contrário. O mundo está aceitando muita merda como normal, bacana, “descolado”. Ser gay não é melhor nem pior que ser hétero. Não há motivos para o gay sentir-se orgulhoso em ser gay, assim como não há motivos para o hétero ter orgulho de ser hétero, nem o negro de ser negro ou o branco de ser branco. É muito perigoso erguer-se bandeiras de orgulho sexual ou racial, isso é vaidade pura, é êxtase vazio. Lutas por igualdade são outro departamento. “Aceite-me como sou e me deixe em paz”, isso eu entendo, agora me forçar a achar normal, ah, isso não. Não tem como! Kim Petras é um troço esquisito! É bonitinha, uma bonequinha… disso não há a menor dúvida, mas é estupidez os pais dela e principalmente da mídia (ela tem 16 anos) permitirem que se toque assim na sua sexualidade, e não por ela mesma, mas pela péssima influência que um caso desse tipo (um caso gravíssimo, repito) pode provocar. Vivemos um período apocalíptico, e Kim Petras está entre os seres mais bacanas. Ela (e) é simples, doce, meiga, é uma criança que passou por coisas brabas. Quando falo em apocalipse, falo dos que estão em volta, que são muitos… Por exemplo, deve ter alguém que a (o) ajudou a cair em evidência… Esse sim é o desgraçado! E o mundo está coalhado de gente desse tipo.