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Grande pederasta FDP

Gary, pederasta intuitivo e sodomita.

Gary Spivey é o quê? Um ladrão, mistura de Walter Mercado com Edir Macedo? Um retardado que deu certo? Mais um excremento da cultura norte americana nutrida pela imbecilidade reinante na classe média de lá? Muitas perguntas podem ser feitas, e, se eu fosse sociólogo, psicólogo ou psiquiatra poderia responder a algumas delas de modo embasado, mas, como não sou nada disso, tentarei emitir uma opinião fundamentada em pesquisas na internet. Gary Spivey é o nome artístico de José Francisco de Almeida. Filho de pais desconhecidos, nasceu na cidade de Sapeaçu – Bahia, distante cento e cinqüenta quilômetros de Salvador. Nessa pequena localidade foi iniciado na ciência da Pederastia Intuitiva. Na verdade, foi uma auto-introdução, uma vez que não havia quem lhe introduzisse (na ciência, pois noutras coisas havia de sobejo). Assim, pouco depois da adolescência, frustrado com a mentalidade colonial de seus conterrâneos, mudou-se para a capital baiana, onde conheceu o falecido estilista Di Paula. Di Paula foi mais introduzido por Gary que o inverso, mas este aceitou de muito bom grado determinadas sugestões (todas introdutórias) no campo da alta-costura. Di, como era amplamente conhecido pelos íntimos, sugeriu a Gary usar branco, em cortes que lembravam o astro do rock’n roll, Elvis Presley, por conta de sua forte semelhança física. Mas faltava algo… A beleza, considerada estonteante de Spivey, poderia ser insuportável para a crescente população gay da década de setenta e temia-se que houvesse, decorrente disso, muitos suicídios. Assim, Di Paula optou por “enfeiar” Gary, aplicando-lhe uma peruca de lã branca ou “bosta de anjo”, como apelidou a criação. Em realidade, o efeito do “enfeiamento” surtiu efeito inverso ao previsto, mas nenhum gay se matou, para grande tristeza de Di e Gary, que, em protesto pela postura desunida de seus congêneres, se atiraram do alto de enormes pés de quiabo, num movimento em praça pública que contou com mais de quinze pessoas. Nessa mesmo noite, participaram de um ato ecumênico com o Padre Pinto, que, na ocasião, ainda era um embrião.

O tempo passou, e Gary se enfadou da Bahia, tendo brigado inúmeras vezes com Caetano Veloso e João Gilberto pelo título de gay mor da capital baiana. Também travou séria batalha com Antônio Carlos Magalhães pelo posto de cabeça branca, o qual jamais obteve, tendo declarado amiúde na imprensa marrom: “um careca pode ser chamado de cabeça branca?”. Em vista disso e de muitas outras coisas, transferiu-se para os EUA, mais precisamente Las Vegas, onde se sentiu bem à vontade. Lá, deu novos ares ao crescente ramo da Pederastia Intuitiva, tendo sido bastante enrabado em seções de previsão anal. Fez muitos amigos e amealhou grandes somas em dinheiro, suficientes para comprar um Ford 85 e uma casa no subúrbio, que dividia com um vibrador. Hoje, Gary é o mais desconhecido e imbecil vidente dos Estados Unidos e nega até o fim sua raiz sapeassuína, para grande zanga de seus conterrâneos.

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6 Comments

  1. “Autointrodução” como?! Dura não enverga e mole não entra, lembre-se.

  2. Pergunta pra ele, pô… O cara é mágico viado. Eu sou apenas o biógrafo.

  3. Incomum esse seu interesse repentino em fabricar biografias não autorizadas de baitingas. Quem será o próximo: Lalá da LaSomLa, Titingo da Skandalus, Rai Cabeleireiro ou Tõe de Irineu?

    • Tá com ciúme, nêga?

  4. Não. Respeito essa turma de vocês. Tenho um costume diferente, mas respeito.

  5. Jorge Sebo com seu cacete em riste que o diga…


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